Aeroportos recorrem a testes rápidos e cães para estimular voos internacionais
Vários aeroportos têm implementado projetos de testes rápidos para detectar o novo coronavírus em parceria com companhias aéreas de modo a impulsionar tecnologias ainda em desenvolvimento como forma de estimular as viagens aéreas internacionais. Os testes, que podem ser realizados em 30 minutos, são vistos como a maior esperança para que o setor de aviação supere novas restrições de viagens, que provocaram uma parada brusca, após a modesta recuperação no verão do hemisfério norte. Outras iniciativas incluem um experimento da Finlândia com cães que podem farejar o coronavírus. O aeroporto Fiumicino, em Roma, foi o primeiro a introduzir a triagem rápida em 16/09, que será seguida no próximo mês em voos da United Airlines de São Francisco para o Havaí, enquanto o Heathrow, de Londres, o aeroporto mais movimentado da Europa, testou três tecnologias concorrentes.

